Laboratório Sagrada Família

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Brasil contra a influenza

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O que é Influenza?

O Influenza é uma infecção viral aguda do sistema respiratório, de elevada transmissibilidade e distribuição global. Uma pessoa pode contraí-la várias vezes ao longo da vida e, em geral, tem evolução autolimitada. Porém, em alguns casos, pode evoluir para uma forma grave.

Transmissão

Os vírus influenza são transmitidos facilmente por pessoas infectadas ao tossir ou espirar. Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. O tipo C causa apenas infecções respiratórias brandas, não possui impacto na saúde pública e não está relacionada com epidemias. O vírus influenza A e B são responsáveis por epidemias sazonais, sendo o vírus influenza A responsável pelas grandes pandemias. Os vírus influenza A são ainda classificados em subtipos de acordo com as proteínas de superfíce, hemaglutinina (HA ou H) e neuraminidase (NA ou N). Dentre os subtipos de vírus influenza A, atualmente os subtipos A(H1N1) pdm09 e A(H3N2) circulam de maneira sazonal e infectam humanos.

Sinais e Sintomas

O vírus causa infecção aguda das vias aéreas, junto com quadro febril* (temperatura superior a 37,8°C). O quadro começa a ser revertido após dois ou três dias e volta ao normal por volta do sexto dia. A febre geralmente é mais acentuada em crianças. Os demais sinais são habitualmente de aparecimento súbito, como:

  • Calafrios
  • Mal-estar
  • Cefaleia
  • Mialgia
  • Dor de garganta
  • Artralgia
  • Prostração
  • Rinorreia
  • Tosse seca
  • Podem ainda estar presentes:
  • Diarreia
  • Vômito
  • Fadiga
  • Rouquidão
  • Hipermia conjuntival

 

Cuidados

  • Cubra o nariz e a boca enquanto espirra ou tosse;
  • Evite tocar a boca e o nariz;
  • Lave as mãos com água e sabão e use álcool gel 70%;
  • Melhore a circulação de ar abrindo as janelas;
  • Evite muito tempo em locais com grande aglomeração de pessoas;
  • Mantenha hábitos saudáveis: coma bem, durma bem e faça exercícios;

 

Vacinação

Algumas pessoas, como idosos, crianças novas, gestantes e pessoas com alguma comorbidade possuem um risco maior de desenvolver complicações devido à influenza. A vacinação é considerada a intervenção mais importante na redução do impacto da influenza. Estudos demonstram que a vacinação pode reduzir entre 32% e 45% o número de hospitalizações por pneumonias e de 39% a 75% a mortalidade por complicações da influenza. Como o organismo leva, em média, de duas a três semanas para criar os anticorpos que geram proteção contra a gripe após a vacinação, o ideal é realizar a imunização antes do início do inverno. O período de maior circulação da gripe vai do final de maio até agosto.

*É importante notar que nem todas as pessoas com gripe observarão a febre.

 

Tratamento com o Oseltamivir:

O uso do antiviral está indicado para todos os casos de síndrome respiratória aguda grave e casos de síndrome gripal com condições e fatores de risco para complicações, de acordo com o Protocolo de Tratamento de Influenza, do Ministério da Saúde de 2015. No caso de pacientes com síndrome gripal, sem condições e fatores de risco para complicações, a prescrição do fosfato de oseltamivir deve ser considerada baseada em julgamento clínico. Em todos os casos, o início do tratamento deve ser preferencialmente nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas. O antiviral apresenta benefícios mesmo se administrado após 48 horas do início dos sintomas. A terapêutica precoce reduz tanto os sintomas quanto a ocorrência de complicações da infecção pelos vírus da influenza, em pacientes com condições e fatores de risco para complicações bem como naqueles com síndrome respiratória aguda grave. Desde o início do ano, o Ministério da Saúde enviou 6,8 milhões de unidades do medicamento Oseltamivir aos estados, que estão devidamente abastecidos. Foram 840 mil unidades do Oseltamivir 30 mg; 476 mil unidades do Oseltamivir 45 mg e 5,5 milhões do Oseltamivir 75 mg.

Fonte: Ministério da Saúde